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Problemas na próstata podem se apresentar em qualquer fase da vida de um homem, porém, existem dois que estão relacionados ao envelhecimento: câncer de próstata e hiperplasia prostática benigna (HPB). Veja neste texto como identificar se você está com sinais de problemas na próstata e quais são os mais comuns. O que causa problema na próstata? Ao longo da vida, os homens podem desenvolver alguns problemas na próstata, os principais são as prostatites, próstata aumentada e câncer. No que se refere à próstata aumentada e o câncer, a doença está bastante relacionada com a idade, mas quando há sintomas de problemas na próstata em jovens as causas podem ser proliferação de bactérias ou fungos na glândula. Apesar do seu tamanho diminuto, os problemas que surgem nesta glândula podem prejudicar muito a qualidade de vida do homem. A próstata é exclusiva do organismo masculino, tem o tamanho de uma noz, e a sua posição no corpo humano é na frente do reto, abaixo da bexiga e envolve a uretra. Essa glândula produz um líquido que compõem uma parte do sêmen, o que o torna essencial para a fertilidade, mas apesar de sua função estar relacionada à vida sexual do homem, quando está com alguma patologia, pode alterar totalmente o comportamento miccional masculino. Saiba mais sobre os problemas na próstata mais comuns: Prostatites A próstata pode ser acometida por uma inflamação ou infecção. Costuma atingir os homens mais jovens e os de meia-idade. Os principais fatores de risco que levam à patologia são prostatites anteriores, realização de biópsia, uso de cateter, lesão de nervo na região pélvica, infecção pelo HIV, HPB e estresse. São 4 tipos de prostatite: bacteriana aguda, bacteriana crônica, síndrome da dor pélvica crônica e assintomática. Nas duas primeiras, a causa são bactérias ou fungos. Os principais micro-organismos que atacam a glândula são a Escherichia Coli, Pseudomonas, Klebsiella, Proteus, Enterobacter, Serratia, entre outros. Já na Síndrome da Dor Pélvica Crônica pode ter também outras causas como traumas na região anal, disfunção do pavimento pélvico, inflamação por doenças autoimunes, genética e problemas anatômicos. Os casos de próstata inflamada podem ter um impacto muito negativo na vida do homem, porque traz sintomas que trazem muitos desconfortos e alguns riscos, como desenvolvimento de epididimites, bacteremia, abscesso prostático e infecções que se espalha para os ossos pélvicos. Hiperplasia prostática benigna A próstata apresenta dois picos de crescimento na vida: na puberdade, quando dobra de tamanho, e após os 25 anos. Esse crescimento é normal no organismo masculino, mas, em alguns casos, a glândula pode aumentar de 4 a 5 vezes o seu tamanho normal. Essa é a hiperplasia benigna prostática. A HPB costuma ocorrer nos homens a partir dos 40 anos. Dos 51 aos 60 anos, cerca de 50% já portam essa condição, que traz prejuízos ao comportamento miccional do homem. A próstata aumentada não é um câncer e nem vai se transformar em uma condição maligna, mas exige tratamento porque impacta muito negativamente a qualidade de vida do homem. Além disso, quando o aumento da próstata é muito grande pode provocar complicações como obstruções urinárias, que podem causar lesões nos rins; infecções urinárias frequentes, pedras na bexiga, etc.

Problemas na próstata: os 3 mais recorrentes

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A cirurgia a laser de pedra nos rins é um procedimento indicado para o tratamento de cálculos renais considerados muito grandes para serem expelidos espontaneamente. Se quer entender mais sobre a cirurgia de pedras nos rins a laser, continue neste texto. Quando a cirurgia de pedra nos rins a laser é indicada? A cirurgia para remoção dos cálculos renais é indicada para pacientes que: Apresentam dores severas e que não podem ser controladas por meio de medicamentos; Quando há risco de obstrução do ureter; Presença de infecção urinária; Outras alterações de saúde relacionadas à presença da pedra. Esse procedimento pode ocorrer em caráter de urgência, quando o paciente está em crise e a equipe médica percebe as condições mencionadas acima. Quando o médico faz exames para acompanhamento de litíase renal e os resultados mostram que o cálculo possui diâmetro maior do que 5 milímetros, dificultando a eliminação espontânea, a intervenção cirúrgica eletiva também é a indicação. Existem diferentes metodologias que podem ser aplicadas para a remoção da pedra nos rins, a cirurgia a laser é uma delas. Cabe ao urologista avaliar as condições clínicas do paciente, quantidade e tamanho dos cálculos para apontar se a cirurgia a laser para retirar a pedra nos rins é o procedimento mais adequado ao caso. Leia mais: Como eliminar pedra nos rins Benefícios da cirurgia a laser para pedra nos rins É uma técnica moderna e minimamente invasiva; É mais confortável para o paciente que quer evitar o processo de expelir a pedra naturalmente; Paciente sente menos dores do que em um procedimento aberto; Tempo de internação é menor; Recuperação no pós-operatório é mais tranquila; Retorno às atividades normais do paciente é mais rápido. Como funciona a cirurgia a laser da pedra nos rins? Também chamada de ureterolitotripsia a laser, a cirurgia de pedra nos rins a laser é uma técnica que permite a fragmentação dos cálculos renais, fazendo com que eles sejam expelidos mais facilmente pela urina. Trata-se de uma intervenção que pode ser muito vantajosa em comparação a outros tipos de procedimento para remoção de pedras nos rins. Como é a cirurgia a laser de pedra nos rins? De maneira simplificada, a cirurgia a laser para pedra nos rins utiliza um dispositivo que emite a energia concentrada através de uma fibra para fragmentar o cálculo, permitindo que os pedaços menores sejam retirados com pinças extratoras ou sejam eliminados por meio da urina. Pode ser realizado tanto através da uretra, quando não há necessidade de incisões, ou por via percutânea. Os tipos de laser utilizados para esses procedimentos são Holmium, Thulium e o Thulium Fiber (laser de fibra de túlio). Podem operar em diferentes configurações de energia, frequência e forma de pulso para dissolver as pedras com uma baixa quantidade de calor. Após as cirurgias a laser, geralmente, é necessário que o paciente fique com um dispositivo conhecido como Duplo J para ajudar na passagem de fragmentos dos cálculos pelo ureter. Entenda melhor a respeito dessas possibilidades a seguir: Ureterorrenolitotripsia flexível a laser Neste tipo de cirurgia de pedra nos rins a laser, é introduzida uma câmera fina e flexível através da uretra, passando pela bexiga e alcançando o rim. Este aparelho possibilita a exploração minuciosa do órgão, permitindo que o cirurgião identifique os cálculos e sua localização. Em seguida, é introduzida uma fibra de laser pelo equipamento, responsável por pulverizar ou fragmentar as pedras. Embora este procedimento seja pouco invasivo, é necessária a aplicação de anestesia para garantir o conforto do paciente. Por isso, a intervenção demanda internação de pelo menos um dia. Ureterolitotripsia semirrígida a laser Também realizada por meio da uretra, este procedimento para tirar pedra do ureter a laser utiliza uma câmera fina, mas menos flexível e incapaz de realizar curvas. Em geral, esta intervenção é recomendada para tratamento de cálculos localizados no ureter, o canal que liga o rim à bexiga. A cirurgia também utiliza uma fibra de laser para fragmentar as formações. Cirurgia percutânea a laser Geralmente indicada para pedras maiores, esta cirurgia a laser para retirada de pedra nos rins é executada a partir de um pequeno corte na região lombar do paciente. Neste tipo de cirurgia podem ser utilizadas diferentes formas de energia, como o Holmium Laser, para fragmentar os cálculos no rim. O aparelho é inserido por esta incisão, alcançando o interior do rim e aplicando a energia do laser para despedaçar as pedras. Os fragmentos são, por fim, removidos com ajuda de pinças cirúrgicas. Este procedimento é realizado com anestesia geral, necessitando de internação hospitalar e repouso de pelo menos 3 dias após a alta médica. Riscos da cirurgia de pedra nos rins a laser Assim como qualquer procedimento cirúrgico, a cirurgia de cálculo renal pode oferecer alguns riscos ao paciente, especialmente no que se refere às infecções. Para minimizar as chances de qualquer intercorrência, é fundamental que a cirurgia a laser para retirada de pedra nos rins seja feita por um especialista em cirurgias urológicas, e que o paciente siga todos os cuidados recomendados por ele. Pedra nos rins: o que são e como se formam? Os chamados cálculos renais são formações endurecidas que se desenvolvem quando há uma grande concentração de substâncias na urina. Podem ser formados por substâncias como oxalato de cálcio (que são as mais comuns), ácido úrico, estruvita e cistina. O principal motivo para o surgimento das pedras nos rins é a baixa ingestão de água, mas certas condições como obesidade, sedentarismo, dieta rica em sal, açúcar ou proteínas, alterações anatômicas nos rins, distúrbios da glândula paratireóide, também são fatores de risco. Em geral, as pedras nos rins acometem as pessoas a partir dos 20 anos e afetam mais os homens. Mesmo assim, mulheres também podem sofrer com o problema. Esses cristais podem ter tamanho variado e, quando a pedra tem diâmetro suficiente para obstruir a passagem da urina, as estruturas internas do órgão ficam dilatadas e há uma série de alterações no organismo. Quanto à localização dos cálculos, podem estar nos rins, que é onde fica a maioria deles, ou percorrer o trato urinário, seguindo para os os ureteres, bexiga e depois uretra. Sintomas das pedras nos rins Os cálculos renais, geralmente, surgem de repente, causam dores quase insuportáveis, com espasmos, irradiando para as costas e parte inferior do abdômen, mas também pode trazer outros sintomas: Náuseas e vômitos; Dificuldade de urinar ou pequena quantidade de urina, mesmo com muita necessidade; Ardência ao urinar; Presença de sangue na urina, etc. Em alguns casos, quando as pedras nos rins provocam paralelamente uma infecção urinária pode também trazer febre e calafrios. Existem alguns casos, entretanto, em que as pedras não geram nenhum tipo de incômodo e são descobertas apenas durante exames de rotina. Tal fato ocorre quando a formação é pequena e fica parada no órgão. Independentemente da existência de sintomas e incômodos, é necessário que a condição seja acompanhada por urologista para evitar complicações como infecções ou mau funcionamento do rim, por exemplo. Um cálculo renal não tratado pode trazer sérios riscos para o paciente, entre eles, a obstrução urinária, que pode provocar danos definitivos aos rins. Leia mais sobre: Litíase renal bilateral Conclusão A litíase renal é um problema que merece um acompanhamento médico cuidadoso, para evitar complicações de saúde. O Dr. Jonathan Cha é urologista e especialista no diagnóstico da litíase renal. O objetivo é sempre proporcionar um diagnóstico preciso e devolver o bem-estar do paciente a partir de um atendimento humanizado. Então, seja para para saber mais sobre cirurgia a laser pedra nos rins, quanto tempo demora, que tipo de anestesia, tempo de recuperação e chances de sucesso de se livrar das pedras, ele está preparado para esclarecer todas as suas dúvidas e resolver o seu problema.

Cirurgia a laser pedra nos rins: 6 benefícios do tratamento

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Urologista apontando um lapis rim anatômico - Como eliminar pedra nos rins

Como eliminar pedra nos rins?

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A hipertrofia prostática é uma condição que os homens podem desenvolver a partir de uma certa idade. Configura como o aumento da próstata de forma desenfreada e vai trazer muitos prejuízos para a qualidade de vida masculina. Veja nesse texto o que é hipertrofia da próstata, o que causa e o que pode ser feito para tratar. Hipertrofia prostática: causas Antes de falar sobre o que é hipertrofia prostática é importante entender um pouco dessa glândula do organismo masculino, a começar pela sua localização, que é o principal motivo do surgimento de incômodos relacionados à micção quando há alterações na próstata. A próstata fica internamente na pelve masculina, logo abaixo da bexiga e na frente do reto. Além disso, ela envolve a uretra. Tem como função principal a produção de um líquido que enriquece o sêmen e contribui com a fertilidade do homem. A glândula tem dois momentos de crescimento ao longo da vida do homem. A primeira é na puberdade, quando dobra de tamanho, e depois é a partir dos 25 anos, quando atinge um tamanho aproximado de uma noz, pesando cerca de 20 gramas. O crescimento será gradativo e nem todos os homens terão uma próstata aumentada ao ponto de causar transtornos para o comportamento miccional. A hipertrofia prostática ou hiperplasia prostática benigna acontece quando a glândula e o tecido circundante expandem de 4 a 5 vezes o tamanho normal da próstata. Nestes casos, pode saltar do tamanho da noz para o tamanho de um limão ou de uma laranja, provocando muitos desconfortos e alterações miccionais importantes. Mas, vale ressaltar que essa condição, assim como sugere a própria nomenclatura da patologia, não tem nada a ver com um câncer de próstata, e nem será um fator de risco. No entanto, os homens podem sofrer com os dois problemas ao mesmo tempo. A principal causa da hipertrofia da próstata é o envelhecimento. A partir dos 40 anos é quando o processo se intensifica, por isso, a partir dos 50 anos, 50% dos homens já estão com o problema. Porém, outros fatores de risco podem influenciar neste crescimento da glândula, como alterações hormonais, obesidade, diabetes e sedentarismo. Outro importante fator de risco é a etnia, sendo que os negros têm maior possibilidade de sofrer com o aumento da próstata, enquanto o problema tem menor incidência entre os asiáticos, como japoneses e chineses. Sintomas da hipertrofia prostática benigna A hipertrofia de próstata causa uma compressão da uretra, e a parede da bexiga fica mais espessa. Por esse motivo, o homem começa a ter alterações muito significativas no seu comportamento miccional. Entre os principais sintomas estão aqueles que são diretamente provenientes da obstrução uretral ou de alterações secundárias da bexiga, como: Aumento na frequência urinária de dia e às noite (noctúria); Dificuldade para iniciar a micção; Jato urinário fraco ou interrompido; Dificuldade para esvaziar completamente a urina; Gotejamento ao final da micção; Dor ao urinar ou ejacular; Incontinência urinária, Urina turva e/ou fétida (quando ocorre a infecção urinária), etc. Hipertrofia prostática: diagnóstico Em alguns casos, a hipertrofia prostática não exige tratamentos, a menos que cause os sintomas citados acima e prejuízo na vida do homem. Por isso, é preciso procurar uma consulta com um médico de próstata (urologista) o quanto antes, para que sejam relatados os sintomas e o médico solicite exames. Mas é sempre válido dizer que, como é um problema que surge a partir do envelhecimento, o período aconselhado para começar a frequentar consultas de rotina com o urologista é dos 40 anos em diante. Caso o homem tenha um componente genético que possa alertar sobre a questão, como pai ou irmãos que já tenham sido diagnosticados com hiperplasia prostática benigna, o início dessas consultas de rotina podem ser ainda antes do que a chegada aos 40 anos. Além do relato dos sintomas, o diagnóstico de hipertrofia prostática pode ser refinado a partir de exames de próstata, como o toque retal, PSA, exames de urina e urodinâmica, ultrassonografias e outros testes de imagens. É essencial que o urologista faça esses pedidos de exame porque algumas outras condições também podem imitar os sintomas da hiperplasia prostática. Entre as patologias que podem trazer sintomas semelhantes estão a estenose uretral, câncer ou cálculos na bexiga, disfunção da bexiga e do assoalho pélvico, provocados por distúrbios neurológicos, como a bexiga neurogênica. É importante dizer que o tão temido exame de toque uretral configura como uma das primeiras medidas de diagnóstico porque a partir dele o urologista consegue avaliar se o tecido da próstata está crescido ou até apresenta sensibilidade e desconfortos que podem ser fruto também de uma prostatite (inflamação da próstata). Hipertrofia de próstata: tratamento Não é possível prever como será a aceleração do aumento da próstata, em muitos casos, a possibilidade de obstrução urinária não avança por anos. Segundo um estudo da Mayo Clinic, os sintomas não pioraram por 3,5 anos em 73% dos homens que tinham uma hipertrofia prostática leve. Mas, quando o aumento da próstata é progressivo e não é tratado pode levar o homem a sofrer com infecções frequentes no trato urinário, pedras na bexiga e sangue na urina. Além disso, a obstrução urinária pode levar a agravamentos que irão provocar danos aos rins, o que é uma condição bastante arriscada, porque pode levar a uma insuficiência renal. Assim, o tratamento deve ser realizado sempre com base na gravidade dos sintomas e possíveis extensões do dano. Pode ser desde espera vigilante, uso de medicamentos ou cirurgia. Os medicamentos visam proporcionar a redução da próstata e alívio dos sintomas, podem ser tanto os bloqueadores alfa-adrenérgicos, inibidores das 5 alfa-redutase ou os inibidores das 5 fosfodiesterase. Segundo pesquisas da John Hopkins Medicine, os medicamentos melhoram sintomas de 30% a 60% dos homens. Porém, podem ter efeitos colaterais. Cirurgia para hipertrofia prostática Quando o homem toma medicações e a próstata não diminui, se mantendo com sintomas como o sangramento recorrente, pedras na bexiga, comprometimento renal e a bexiga ficando disfuncional, ele deverá se submeter a uma cirurgia para a hipertrofia da próstata, que pode ser realizada pelas abordagens aberta, laparoscópica, robótica ou endoscópica, principalmente a laser. O ideal é que os homens que têm hipertrofia prostática moderada a grave façam a opção no momento certo, para que a doença não tenha prejudicado sua função urinária de forma muito grave. As modalidades de cirurgias são: RTU de próstata (raspagem da próstata), prostatectomia simples robótica ou laparoscópica, vaporização transuretral bipolar da próstata (TUVP), enucleação com laser de holmium (HoLEP), vaporização da próstata com GreenLight Laser ou túlio (ThuLEP), etc. As cirurgias endoscópicas, principalmente a laser, não exigem incisões e têm grandes vantagens sobre outras técnicas, como menos dor, sangramentos, menor risco de complicações e alta hospitalar mais rápida. A prostatectomia aberta é uma técnica para retirada da próstata que ainda existe, mas vem caído em desuso devido aos riscos maiores de dor, sangramento e infecções, além de tempo de recuperação mais demorado. Conclusão Embora a hipertrofia prostática não seja uma condição maligna, se continuar avançando pode sim causar muitos problemas aos homens. Em muitos casos, pelos problemas miccionais, os pacientes podem se isolar e até ter prejuízos no trabalho. É preciso buscar um médico que tenha expertise no tema, especialmente, se a única opção que resta é a cirurgia. O Dr Jonathan Doyun Cha é especialista no diagnóstico e tratamento da hipertrofia prostática. Com atendimento humanizado, vai aconselhar e indicar o melhor tratamento caso a caso, com o objetivo de devolver bem-estar e qualidade de vida ao paciente.

Hipertrofia prostática: entenda o que é e como tratar?

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Os sintomas de problemas na próstata podem ser bastante desconfortáveis, portanto, vale muito uma ida ao urologista para uma investigação mais detalhada. Se você quer saber quais são os principais sinais e sintomas de problemas na próstata, leia mais neste texto. Quais os principais sintomas de problemas na próstata? Assim como as mulheres estão sujeitas a problemas no útero, os homens correm risco de ter problemas de próstata. A próstata é uma glândula do organismo masculino, responsável pela produção de um fluido enriquecedor do sêmen. Devido à sua localização, quando está com problemas, o homem sente muitos desconfortos e perda de qualidade de vida. Os primeiros sintomas de problemas na próstata são aqueles que revelam uma mudança no comportamento miccional do homem. No entanto, serão manifestados de acordo com a patologia, que pode ser tanto uma hiperplasia prostática benigna, prostatite ou câncer de próstata. Os principais sintomas de quem está com problemas na próstata são: Aumento da próstata Dor ao urinar; Dor ao ejacular; Dificuldade para começar a urinar; Jato fraco; Sensação de não conseguir esvaziar a bexiga completamente; Aumento da frequência urinária de dia e de noite; Urgência urinária; Gotejamento após terminar de urinar, Bloqueio da urina quando a próstata está muito aumentada, etc. Prostatite Dor e ardência durante a micção e ejaculação; Dores na pelve e genitais; Dor na lombar; Aumento da frequência urinária de dia e de noite; Sensação de peso no escroto; Urina turva; Febres e calafrios; Sangue no sêmen; Bloqueio da urina. Câncer de próstata O câncer dessa glândula não costuma provocar sintomas quando está em estágios iniciais, mas quando a doença avança, o homem pode perceber alguns desconfortos bastante semelhantes à hiperplasia prostática benigna e outros: Urgência urinária; Dificuldade para iniciar e terminar a micção ; Fluxo de urina fraco; Sentir que a bexiga não está completamente esvaziada; Sangue na urina ou no sêmen. Por que surgem os sintomas de problemas na próstata? Essas três patologias podem surgir por causas e fatores de riscos diferentes. Na hiperplasia benigna prostática e no câncer de próstata, a idade é um fator de risco, mas quando são sintomas de problemas na próstata em jovens, muito provavelmente, a origem dos desconfortos é a prostatite. Vamos entender as características de cada uma dessas patologias: Hiperplasia benigna prostática O aumento da próstata é natural no organismo masculino e ocorre em duas fases: na puberdade e após os 25 anos. Na fase adulta, a próstata tem cerca de 20 gramas e o tamanho de uma noz. Quando o aumento é de 4 a 5 vezes esse tamanho, é caracterizada a hiperplasia prostática benigna. Geralmente, esse aumento é mais acelerado após os 40 anos, tanto que dos 31 aos 40 anos, 1 a cada 12 homens podem estar com o aumento da glândula, mas aos 50 anos, cerca de 50% dos homens já têm a próstata muito aumentada. No entanto, nem todos os homens nesta faixa etária terão HPB. A hiperplasia é causada especialmente pelo envelhecimento, que pode trazer algumas alterações hormonais, mas também por outros fatores como histórico familiar, obesidade e sedentarismo. Não é uma doença maligna, mas provoca muitos desconfortos por meio dos seus sintomas. Prostatite A prostatite é uma infecção da próstata. As principais causas são as infecções bacterianas ou condições crônicas que podem surgir no organismo sem a evidência de infecção. São 4 tipos de prostatite: bacteriana aguda, bacteriana crônica, síndrome da dor pélvica crônica e assintomática. Cada um desses tipos de próstata inflamada podem deflagrar diferentes sintomas de problemas na próstata. Câncer de próstata Esse tipo de câncer é uma doença silenciosa, que costuma crescer lentamente. Em seus estágios iniciais não apresenta sintomas de problemas na próstata. É só a partir das fases mais avançadas que os sinais surgem. É um tipo de câncer muito associado ao avanço da idade, cerca de 33 a cada 100 mil homens acima de 65 anos podem ter a patologia, mas também pode ser mais incidente em homens que têm histórico familiar (pai ou irmãos) ligado à doença, obesidade e dietas muito desequilibradas. Além disso, homens da etnia negra também estão mais propensos. O início do câncer de próstata afeta apenas a glândula, mas de acordo com o avanço do quadro pode atingir cápsula prostática, vesículas seminais e depois estruturas próximas, com metástases em nódulos linfáticos, outros órgãos linfáticos e ossos. Tratamento dos sintomas de problemas na próstata Essas três patologias causam muitos desconfortos para os homens e podem ser potencialmente perigosas por desencadear situações mais complicadas. Por isso, é imprescindível buscar ajuda de um urologista quando são deflagrados os sintomas de algum problema na próstata no organismo masculino. O câncer, por exemplo, é a segunda principal causa de mortalidade entre os homens, enquanto a prostatite e a hiperplasia benigna podem levar a quadros mais graves, como a obstrução urinária, que poderá até mesmo causar danos definitivos nos rins. É muito importante realizar consultas rotineiras ao urologista (médico de próstata), especialmente a partir dos 40 anos, para a realização de exames preventivos, mesmo que ainda não sejam evidenciados os sintomas de problemas na próstata. Além de uma anamnese detalhada para entender os desconfortos, o médico irá solicitar outros exames de próstata para refinar o diagnóstico. Caso o homem tenha mais de 40 anos, entre os exames estarão exames laboratoriais, como o PSA e de urina, exame de toque retal e até alguns testes de imagem. A partir da consulta e do resultado dos exames, o médico conseguirá determinar qual patologista vem causando os sintomas. De acordo com a patologia e com o estágio, especialmente em relação à HPB, o médico poderá indicar mudanças de estilo de vida, medicamentos ou outros procedimentos, como cirurgias. No caso das prostatites, o tratamento é basicamente com antibióticos. Vale dizer que o tratamento do câncer de próstata é mais complexo, envolve um planejamento que vai contar a idade, estado geral do paciente, patologias associadas e agressividade do tumor. Algumas soluções podem ser a prostatectomia (remoção da próstata), radioterapia ou tratamento hormonal. Essas abordagens podem ser realizadas isoladamente ou combinadas. Conclusão Assim como as mulheres fazem consultas rotineiras aos ginecologistas, é importante que os homens também adotem esse comportamento, frequentando assiduamente o urologista. Esse bom hábito permite que os sintomas de problemas na próstata sejam expostos para o tratamento mais adequado, de acordo com a patologia e caso particular do paciente. O Dr Jonathan Doyun Cha é especialista nos tratamentos para sintomas dos problemas de próstata, tanto com as abordagens clínicas como as cirúrgicas. O objetivo é sempre devolver o bem-estar, saúde e qualidade de vida do paciente, por meio de um atendimento cuidadoso e humanizado.

Sintomas de problemas na próstata: 15 principais

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