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A hipertrofia prostática é uma condição que os homens podem desenvolver a partir de uma certa idade. Configura como o aumento da próstata de forma desenfreada e vai trazer muitos prejuízos para a qualidade de vida masculina. Veja nesse texto o que é hipertrofia da próstata, o que causa e o que pode ser feito para tratar. Hipertrofia prostática: causas Antes de falar sobre o que é hipertrofia prostática é importante entender um pouco dessa glândula do organismo masculino, a começar pela sua localização, que é o principal motivo do surgimento de incômodos relacionados à micção quando há alterações na próstata. A próstata fica internamente na pelve masculina, logo abaixo da bexiga e na frente do reto. Além disso, ela envolve a uretra. Tem como função principal a produção de um líquido que enriquece o sêmen e contribui com a fertilidade do homem. A glândula tem dois momentos de crescimento ao longo da vida do homem. A primeira é na puberdade, quando dobra de tamanho, e depois é a partir dos 25 anos, quando atinge um tamanho aproximado de uma noz, pesando cerca de 20 gramas. O crescimento será gradativo e nem todos os homens terão uma próstata aumentada ao ponto de causar transtornos para o comportamento miccional. A hipertrofia prostática ou hiperplasia prostática benigna acontece quando a glândula e o tecido circundante expandem de 4 a 5 vezes o tamanho normal da próstata. Nestes casos, pode saltar do tamanho da noz para o tamanho de um limão ou de uma laranja, provocando muitos desconfortos e alterações miccionais importantes. Mas, vale ressaltar que essa condição, assim como sugere a própria nomenclatura da patologia, não tem nada a ver com um câncer de próstata, e nem será um fator de risco. No entanto, os homens podem sofrer com os dois problemas ao mesmo tempo. A principal causa da hipertrofia da próstata é o envelhecimento. A partir dos 40 anos é quando o processo se intensifica, por isso, a partir dos 50 anos, 50% dos homens já estão com o problema. Porém, outros fatores de risco podem influenciar neste crescimento da glândula, como alterações hormonais, obesidade, diabetes e sedentarismo. Outro importante fator de risco é a etnia, sendo que os negros têm maior possibilidade de sofrer com o aumento da próstata, enquanto o problema tem menor incidência entre os asiáticos, como japoneses e chineses. Sintomas da hipertrofia prostática benigna A hipertrofia de próstata causa uma compressão da uretra, e a parede da bexiga fica mais espessa. Por esse motivo, o homem começa a ter alterações muito significativas no seu comportamento miccional. Entre os principais sintomas estão aqueles que são diretamente provenientes da obstrução uretral ou de alterações secundárias da bexiga, como: Aumento na frequência urinária de dia e às noite (noctúria); Dificuldade para iniciar a micção; Jato urinário fraco ou interrompido; Dificuldade para esvaziar completamente a urina; Gotejamento ao final da micção; Dor ao urinar ou ejacular; Incontinência urinária, Urina turva e/ou fétida (quando ocorre a infecção urinária), etc. Hipertrofia prostática: diagnóstico Em alguns casos, a hipertrofia prostática não exige tratamentos, a menos que cause os sintomas citados acima e prejuízo na vida do homem. Por isso, é preciso procurar uma consulta com um médico de próstata (urologista) o quanto antes, para que sejam relatados os sintomas e o médico solicite exames. Mas é sempre válido dizer que, como é um problema que surge a partir do envelhecimento, o período aconselhado para começar a frequentar consultas de rotina com o urologista é dos 40 anos em diante. Caso o homem tenha um componente genético que possa alertar sobre a questão, como pai ou irmãos que já tenham sido diagnosticados com hiperplasia prostática benigna, o início dessas consultas de rotina podem ser ainda antes do que a chegada aos 40 anos. Além do relato dos sintomas, o diagnóstico de hipertrofia prostática pode ser refinado a partir de exames de próstata, como o toque retal, PSA, exames de urina e urodinâmica, ultrassonografias e outros testes de imagens. É essencial que o urologista faça esses pedidos de exame porque algumas outras condições também podem imitar os sintomas da hiperplasia prostática. Entre as patologias que podem trazer sintomas semelhantes estão a estenose uretral, câncer ou cálculos na bexiga, disfunção da bexiga e do assoalho pélvico, provocados por distúrbios neurológicos, como a bexiga neurogênica. É importante dizer que o tão temido exame de toque uretral configura como uma das primeiras medidas de diagnóstico porque a partir dele o urologista consegue avaliar se o tecido da próstata está crescido ou até apresenta sensibilidade e desconfortos que podem ser fruto também de uma prostatite (inflamação da próstata). Hipertrofia de próstata: tratamento Não é possível prever como será a aceleração do aumento da próstata, em muitos casos, a possibilidade de obstrução urinária não avança por anos. Segundo um estudo da Mayo Clinic, os sintomas não pioraram por 3,5 anos em 73% dos homens que tinham uma hipertrofia prostática leve. Mas, quando o aumento da próstata é progressivo e não é tratado pode levar o homem a sofrer com infecções frequentes no trato urinário, pedras na bexiga e sangue na urina. Além disso, a obstrução urinária pode levar a agravamentos que irão provocar danos aos rins, o que é uma condição bastante arriscada, porque pode levar a uma insuficiência renal. Assim, o tratamento deve ser realizado sempre com base na gravidade dos sintomas e possíveis extensões do dano. Pode ser desde espera vigilante, uso de medicamentos ou cirurgia. Os medicamentos visam proporcionar a redução da próstata e alívio dos sintomas, podem ser tanto os bloqueadores alfa-adrenérgicos, inibidores das 5 alfa-redutase ou os inibidores das 5 fosfodiesterase. Segundo pesquisas da John Hopkins Medicine, os medicamentos melhoram sintomas de 30% a 60% dos homens. Porém, podem ter efeitos colaterais. Cirurgia para hipertrofia prostática Quando o homem toma medicações e a próstata não diminui, se mantendo com sintomas como o sangramento recorrente, pedras na bexiga, comprometimento renal e a bexiga ficando disfuncional, ele deverá se submeter a uma cirurgia para a hipertrofia da próstata, que pode ser realizada pelas abordagens aberta, laparoscópica, robótica ou endoscópica, principalmente a laser. O ideal é que os homens que têm hipertrofia prostática moderada a grave façam a opção no momento certo, para que a doença não tenha prejudicado sua função urinária de forma muito grave. As modalidades de cirurgias são: RTU de próstata (raspagem da próstata), prostatectomia simples robótica ou laparoscópica, vaporização transuretral bipolar da próstata (TUVP), enucleação com laser de holmium (HoLEP), vaporização da próstata com GreenLight Laser ou túlio (ThuLEP), etc. As cirurgias endoscópicas, principalmente a laser, não exigem incisões e têm grandes vantagens sobre outras técnicas, como menos dor, sangramentos, menor risco de complicações e alta hospitalar mais rápida. A prostatectomia aberta é uma técnica para retirada da próstata que ainda existe, mas vem caído em desuso devido aos riscos maiores de dor, sangramento e infecções, além de tempo de recuperação mais demorado. Conclusão Embora a hipertrofia prostática não seja uma condição maligna, se continuar avançando pode sim causar muitos problemas aos homens. Em muitos casos, pelos problemas miccionais, os pacientes podem se isolar e até ter prejuízos no trabalho. É preciso buscar um médico que tenha expertise no tema, especialmente, se a única opção que resta é a cirurgia. O Dr Jonathan Doyun Cha é especialista no diagnóstico e tratamento da hipertrofia prostática. Com atendimento humanizado, vai aconselhar e indicar o melhor tratamento caso a caso, com o objetivo de devolver bem-estar e qualidade de vida ao paciente.

Hipertrofia prostática: entenda o que é e como tratar?

A hipertrofia prostática é uma condição que os homens podem desenvolver a partir de uma certa idade. Configura como o aumento da próstata de...

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Os rins são órgãos que cumprem a importante função de fazer a filtragem do sangue e remoção de impurezas, que são eliminadas pela urina. Mas, quando algo não vai bem no organismo, podem ficar sujeitos a uma condição conhecida como litíase renal bilateral. Quer saber mais sobre litíase renal bilateral, o que significa e tudo que envolve esse problema? Então, continue lendo esse texto. O que é litíase renal bilateral? Quando estão cumprindo bem o seu papel, entre outras funções, os rins são responsáveis por: Produzir um equilíbrio das substâncias químicas, como os sais minerais, potássio e ácidos; Responder pelo equilíbrio hídrico; Liberar hormônios que regulam a pressão arterial e controlar o metabolismo do cálcio; Controlar a produção de glóbulos vermelhos, etc. No entanto, quando uma pessoa sofre com algumas predisposições, tem hábitos de vida ruins ou está passando por alguma patologia, ela pode desenvolver o que é conhecida como litíase renal, que nada mais é do que um problema urológico que as pessoas conhecem muito bem: pedra nos rins ou cálculos renais. Esse é um problema que pode ser chamado também de nefrolitíase, e é bastante comum, atingindo cerca de 7% a 10% da população em algum momento da vida. Os homens estão mais sujeitos a essa patologia, mas as mulheres também podem desenvolvê-la. Além disso, pessoas da etnia branca também são mais atingidas. Quando a pedra (ou as pedras) se formam em apenas um rim é conhecida como litíase renal unilateral, mas quando o problema ocorre nos dois rins, é denominada litíase renal bilateral. Causas da litíase renal bilateral A litíase bilateral renal ocorre por diversos motivos, mas um dos principais é a baixa ingestão de líquidos. Quando a pessoa não costuma tomar muita água, a baixa quantidade de líquido não é suficiente para dissolver os sais e certas substâncias ficam acumuladas nos rins, formando pequenos cristais e favorecendo, assim, a formação dessas massas sólidas maiores. Entre outros fatores de risco para o desenvolvimento da litíase renal bilateral ou unilateral, estão condições como: Predisposição genética; Alimentação baseada em muito sal e proteínas; Obesidade; Diabetes; Hipertensão arterial; Hiperparatireoidismo; Sedentarismo; Doenças inflamatórias intestinais; Época do ano. O verão favorece a formação de pedras porque as pessoas não ingerem líquidos na mesma medida que o organismo necessita, etc. Em torno de 80% das pedras nos rins são formadas por sais de cálcio (fosfato de cálcio e oxalato de cálcio), no entanto, podem ser formadas também por ácido úrico, cistina e estruvita (fosfato, magnésio e amônia). Leia também: Próstata aumentada causa impotência Tamanho normal da próstata Litíase renal bilateral: sintomas Muitas vezes, as pedras formadas nos rins não causam sintomas, mas quando começam a se mover, podem produzir umas das dores conhecidas como uma das mais intensas que um ser humano pode sentir e, para ela, não há posição de alívio. Essa crise é conhecida como cólica renal. Além da dor intensa na região lombar e abdominal, que pode começar nos flancos e irradiar para a virilha, a pessoa pode manifestar também: Náuseas e vômitos; Maior necessidade de urinar; Pouca quantidade de urina eliminada; Sangue na urina. Litíase renal bilateral: tratamento O tratamento da litíase renal bilateral é muito importante porque algumas pedras maiores podem promover complicações, como a obstrução das vias urinárias. Essa condição pode levar à retenção urinária, que se não for resolvida, pode provocar sérios riscos de danos aos rins. As pedras nos rins também podem provocar infecções urinárias e até choques sépticos, o que é um risco maior para pacientes idosos. Em geral, as pessoas descobrem as pedras nos rins durante uma crise, o que torna praticamente impossível não buscar um pronto atendimento, já que a dor é muito intensa. No hospital, serão realizados exames de urina, para entender se há sangue na urina e uma infecção, e uma ultrassonografia, que pode apontar a localização e o tamanho da pedra. Se a pessoa está com uma litíase renal não obstrutiva, com uma pedra pequena que tem boas chances de ser eliminada naturalmente pela urina, o tratamento é com medicamentos analgésicos. Em muitos casos, quando é constatada a obstrução urinária, o paciente pode ser submetido a uma cirurgia de urgência. Porém, após os resultados de exames, a depender do caso, é possível também programar a cirurgia de litíase renal, antes que volte a ocorrer outra crise. Cirurgia para litíase renal Há diversas abordagens para os procedimentos cirúrgicos para tratamento da litíase renal bilateral. Podem ser tanto por cirurgias abertas, laparoscópicas, extracorpóreas ou com laser. Entre as opções estão a litotripsia extracorpórea, que utiliza de emissões de ondas de choque aplicadas através da pele, para implodir as pedras. A alternativa laparoscópica prevê a realização de pequena incisão abdominal, por onde entra um instrumento cirúrgico com câmera para realizar a retirada dos cálculos. Uma das opções mais modernas é a cirurgia a laser, que pode ser a ureterorrenolitotripsia, na qual um endoscópio percorre a uretra até encontrar as pedras e fragmentá-las. Outra opção é a cirurgia percutânea, ideal para pedras maiores, no qual há uma incisão na região lombar, por onde irá passar um nefroscópio com câmera até o interior do rim, onde após a fragmentação dos cálculos, estes serão removidos com pinças especiais. A opção aberta prevê uma incisão maior no abdômen para a retirada dos cálculos. É uma abordagem que vem sendo pouco utilizada porque pode aumentar os riscos de sangramentos e infecções. Nesta cirurgia, o tempo de recuperação também é maior. Como prevenir a litíase renal bilateral? A primeira medida para evitar esse problema é melhorar a ingestão de água, para não deixar que os sais se acumulem e se tornem pedras. Vale afirmar também que não é suficiente apenas ingerir qualquer tipo de líquido, porque alguns podem ajudar a formar cálculos renais, por exemplo, as bebidas muito açucaradas. Por outro lado, os sucos cítricos (laranja, por exemplo), são ricos em substâncias que podem inibir a cristalização dos sais na urina. Além disso, outra forma de prevenir o problema é modificar a dieta, reduzindo a ingestão de carne e alimentos com muito sal e açúcar. A prática de atividades físicas, para manter um peso corporal adequado, também está dentro dos bons hábitos que devem ser adquiridos por pacientes que querem reduzir os riscos da litíase renal bilateral. Conclusão A litíase renal bilateral pode trazer muitos transtornos, especialmente porque os cálculos estão nos dois rins, prejudicando ainda mais a função renal e potencializando as chances de crises. É importante buscar tratamento com o urologista o quanto antes, para evitar quadros agudos e complicações. O Dr Jonathan Doyun Cha é especialista no tratamento e cirurgias para litíase renal. A sua principal missão é devolver o bem-estar do paciente que está passando por desconfortos devido ao problema, oferecendo atendimento humanizado. Leia também: Médico de próstata

Litíase renal bilateral: tudo o que você precisa saber

Os rins são órgãos que cumprem a importante função de fazer a filtragem do sangue e remoção de impurezas, que são eliminadas pela urina. Mas,...

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Sabia que a litíase renal pode atingir 10% da população brasileira, segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia? É um problema urológico que afeta 3 vezes mais os homens do que as mulheres e costuma causar crises intensas de dor. Neste texto, entenda mais sobre litíase renal, o que é, sintomas, causas e formas de tratamento. O que é litíase renal? Litíase renal nada mais é do que o problema conhecido popularmente como pedra no rim ou cálculo renal. Pode ocorrer tanto a litíase renal bilateral (ambos os rins) ou unilateral (apenas em 1 dos rins). Em geral, as pessoas costumam ser mais acometidas entre os 20 e os 50 anos. Trata-se de massas sólidas que se formam a partir de quantidades elevadas de alguma substância que não está sendo devidamente filtrada e fica acumulada no rim. Podem ser formadas por cálcio (as mais comuns), estruvita, ácido úrico e cistina. Os rins são dois órgãos que ficam localizados na região lombar, fazem parte do sistema excretor e osmorregulador. Têm importantes funções, como filtrar o sangue, eliminando toxinas e mantendo o equilíbrio hídrico do corpo, que ajuda a manter regulada a pressão arterial, além de produzir hormônios como prostaglandinas e aldosterona. Quando há um desequilíbrio orgânico, a filtração fica prejudicada e então pode ocorrer a litíase renal. Litíase renal: causas Entre as principais causas da formação da litíase renal estão a baixa ingestão hídrica, que dificulta que certas substâncias sejam eliminadas dos rins, porém, há outros fatores de risco, como: Histórico familiar; Sedentarismo; Obesidade; Dieta com altos índices de proteína ou sal; Doenças inflamatórias intestinais que elevam a absorção de cálcio; Ingestão de certos medicamentos à base de cálcio, anticonvulsionantes ou diuréticos; Transtorno hormonal; Estação do ano: o índice de litíase renal sobe cerca de 30% no verão, quando as pessoas transpiram mais, e não reabsorvem líquidos na mesma proporção. Litíase renal: sintomas Essa formação mineral vai crescendo de forma “silenciosa” dentro dos rins, muitas vezes, nem causa sintomas, quando é pequena, ou seja, com menos 3 milímetros de diâmetro. Neste caso, pode não ocorrer tantos desconfortos à medida que a pedra passa pelo trato urinário. Mas se é maior, quando a pedra começa a se mover para o ureter para ser excretada, produz uma crise que é considerada uma das dores mais intensas que alguém pode sentir. Normalmente, a passagem da pedra pelo trato urinário tem 4 estágios: expulsão do rim, entrada no ureter, chegada na bexiga e entrada na uretra – de onde será expulsa para fora do corpo pela urina. Em geral, quando a litíase renal vai se movendo, pode obstruir o canal da urina, causando uma dilatação no rim e afetando uma imensa rede de nervos, que amplifica a dor por toda a região abdominal e lombar. Além da dor que beira o insuportável, que é conhecida como cólica renal, a litíase renal pode causar também: Vômito; Náusea; Urina com cheiro forte; Urinar em pequenas quantidades; Sangue na urina, etc Complicações da litíase renal A litíase renal, especialmente quando formada de estruvita, pode causar, paralelamente, uma infecção urinária no paciente. Nestes casos, o paciente pode também manifestar febre e calafrios. Além disso, quando a pedra é grande e causa uma obstrução do canal urinário, o paciente pode sofrer retenção urinária, que é uma condição potencialmente perigosa, porque pode causar danos nos rins, caso o líquido acumulado não seja drenado. Cerca de 20% dos pacientes que não tratam a litíase renal podem ter graves danos nas funções dos rins. Cerca de 5% deles vão sofrer perdas definitivas, o que vai levá-los à necessidade de diálise, que é um tratamento no qual uma máquina realiza a função renal que está definitivamente danificada. Leia também: Médico de próstata Próstata aumentada causa impotência Litíase renal: tratamento Em geral, o tratamento da litíase renal começa quando um paciente tem uma crise aguda, segue para um pronto atendimento e é diagnosticado com o problema, depois de uma anamnese, exame de urina ou exames de imagens, como uma ultrassonografia. Em alguns casos de crises agudas e percepção do médico que há uma obstrução urinária, a tomografia computadorizada pode indicar a quantidade de pedras, localização e consistência. Durante uma crise aguda, na qual a dor esteja intensa, podem ser indicados analgésicos por via venosa, anti-inflamatórios e até medicações alfa-bloqueadoras para favorecer o relaxamento da parede distal do ureter e do colo vesical e saída da pedra. De acordo com o tamanho da litíase renal, após a crise, o urologista vai indicar apenas a observação, analgésicos e uma maior ingestão de água para facilitar a saída da pedra. Já em alguns casos de crise nas quais sejam descobertas pedras de dimensões maiores, que produziram a obstrução do canal urinário ou que indicam que haverá alguma complicação, será necessária uma cirurgia de litíase renal. Caso a caso, os pacientes serão orientados para algum tipo de procedimento mais específico, que vai depender dos sintomas, tamanho e até localização da pedra . As opções de cirurgia são: Litotripsia extracorpórea Esse procedimento utiliza ondas de choque aplicadas através da pele na altura dos rins. O objetivo é quebrar as pedras e facilitar a excreção. Em geral, pacientes que passam por esse procedimento, percebem que a cor da urina na primeira micção é totalmente avermelhada. Ureteroscopia Cirurgia endoscópica minimamente invasiva para retirar os cálculos que estão no trato urinário. É realizada a partir da inserção de um instrumento muito fino na uretra do paciente. Cirurgia a laser Utiliza um laser para quebrar o cálculo e reduzi-lo a pequenas partículas mais fáceis de serem eliminadas ou removidas durante a cirurgia. Pode ser realizada com ajuda de um endoscópio. Os lasers Holmium, Thulium e o Thulium Fiber (laser de fibra de túlio) são os indicados para quebra dos cálculos, podem operar em diferentes configurações de energia, frequência e forma de pulso para dissolver as pedras com uma baixa quantidade de calor. Na maioria dos casos, é necessário que o paciente fique com um dispositivo conhecido como Duplo J para ajudar na passagem de fragmentos dos cálculos pelo ureter. Conclusão A mudança em hábitos de vida, como alterações na alimentação, ingestão maior de líquidos (a partir de 1,5 litro por dia) e prática de atividades físicas, pode representar uma grande prevenção à formação dos cálculos. Neste caso, a dieta de litíase renal indicada prevê uma redução considerável do sódio e da carne vermelha no cardápio. No entanto, pacientes que já sabem que têm uma certa predisposição à formação da litíase renal, mesmo fazendo essas mudanças, devem passar por consultas regulares com o urologista para a realização de alguns exames de imagem que possam indicar a presença das pedras no rins, para que o melhor tratamento seja providenciado. O Dr. Jonathan Doyun Cha é especialista na cirurgia de litíase renal, proporciona atendimento humanizado e busca a devolução da qualidade de vida e bem-estar do paciente, a partir de abordagens individualizadas.

Litíase renal: o que é, sintomas, causas e tratamento

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O aumento da próstata é natural para o homem, ocorre em duas fases da vida, porém, esse crescimento pode se tornar muito grande e ocasionar uma condição conhecida como hiperplasia prostática benigna. Veja nesse texto, por que ocorre o aumento da próstata, sintomas e formas de tratamento. Quando acontece o aumento da próstata? O aumento das dimensões da próstata acontece em duas fases da vida do homem: na puberdade, quando dobra de tamanho, e acima dos 25 anos, quando esse crescimento é gradual e contínuo. No entanto, o aumento da próstata com a idade pode assumir dimensões acima do que é considerado normal. A próstata é uma glândula exclusiva do sistema reprodutor masculino, tem um papel muito importante na fertilidade masculina, porque produz um líquido que enriquece o sêmen. Quando o homem é jovem, o tamanho normal da próstata é aproximadamente 20 gramas, ou seja, tem peso e volume equivalentes a uma noz. Porém, a partir dos 25 anos, quando começa a segunda fase de crescimento da glândula, pode ficar 4 a 5 vezes maior, o que é típico da hiperplasia prostática benigna. Assim, o aumento de volume da próstata é a condição mais comum em homens após os 50 anos, isso quer dizer que, dos 51 aos 60 anos, 50% da população masculina já pode ter desenvolvido a HPB. Década a década esse percentual cresce, próximo aos 90 anos, cerca de 90% dos homens já desenvolveram a condição. O que causa aumento da próstata? A principal causa para o surgimento da HPB é o avanço da idade. Porém, outros fatores também podem estimular o crescimento da glândula: histórico familiar, sedentarismo e obesidade. Aumento da próstata é sinal de câncer? Não é. Conforme a própria nomenclatura já sugere, a HPB é uma condição benigna, que não irá se transformar em câncer, porém, o homem pode desenvolver as duas patologias ao mesmo tempo. Leia mais: Próstata aumentada causa impotência? Aumento da próstata: sintomas A próstata aumentada interfere muito no comportamento miccional devido à sua localização, porque fica na frente do reto, abaixo da bexiga e envolvida pela uretra. À medida que a glândula cresce, vai pressionar e até obstruir a uretra, que é o canal responsável pela passagem da urina produzida na bexiga, por isso, essa condição também pode ser conhecida como obstrução prostática benigna. A patologia também vai provocar mudanças na frequência miccional, por isso, aumento da próstata e incontinência urinária costumam estar relacionados. Os sintomas de aumento de próstata estão relacionados à obstrução da uretra ou da sobrecarga da bexiga, e são: Aumento da frequência urinária (mais de 8 vezes por dia e de noite); Urgência urinária; Jato urinário fraco; Gotejamento após a micção; Incontinência urinária; Dificuldade para iniciar a micção; Dificuldade de esvaziar completamente a bexiga; Dor após micção e ejaculação, etc. Nem sempre é o tamanho da próstata que irá causar os sintomas, tanto que pode haver homens com próstatas aumentadas que são assintomáticos. No entanto, o aumento volumétrico da próstata pode levar a algumas complicações, como: retenção urinária aguda ou crônica, infecções urinárias frequentes, sangue na urina, pedras na bexiga e danos na bexiga e rins. Como diminuir o tamanho da próstata aumentada? Mesmo sem sintomas, acima dos 40 anos já há uma indicação de consulta de rotina com o médico da próstata, que é o urologista, considerando as condições que acometem a glândula com o avanço da idade. O urologista irá proceder com o exame físico de toque retal e pedidos de exames laboratoriais, como o PSA e urina; e exames de imagem, como a ultrassonografia. Todos poderão indicar algumas condições que estão atingindo a próstata, como HPB, prostatites e até o câncer de próstata. Se for constatada a hiperplasia da glândula, a primeira abordagem terapêutica será a ingestão de medicamento para aumento da próstata. Neste caso, o objetivo será reduzir os desconfortos e diminuir a glândula. Podem ser prescritas medicamentos como: Bloqueadores alfa: promovem relaxamento da musculatura lisa da próstata e do colo da bexiga para melhorar o fluxo da urina; Inibidores da fosfodiesterase-5: classe de medicamentos também usada para disfunção erétil, pode relaxar a musculatura lisa dos órgãos do trato urinário inferior; Inibidores da 5-alfa redutase: remédios que bloqueiam a produção da DHT; Medicações combinadas: associação de 2 ou mais classe de medicamentos podem promover melhores resultados no alívio dos sintomas. No entanto, em alguns casos, as medicações não surtem o efeito desejado e o homem precisa se submeter a outros procedimentos que irão promover a diminuição da glândula. Entre as opções estão as cirurgias, que podem ser realizadas por via aberta, laparoscópica, robótica ou endoscópica. A cirurgia aberta tem sido a opção menos oferecida porque traz mais riscos para o paciente, além de uma recuperação mais difícil e longa. Já os procedimentos laparoscópicos, robóticos e a endoscópicos diminuem riscos de infecções, sangramentos excessivos. A recuperação do paciente também é mais rápida e fácil com essas abordagens cirúrgicas. Leia mais: Como é feita a cirurgia de próstata aumentada Mudanças no estilo de vida do paciente Outra abordagem terapêutica complementar oferecida ao paciente que teve o aumento da próstata é uma mudança no estilo de vida. Entre as mudanças sugeridas, o médico pode propor ao paciente: Evitar ou reduzir a ingestão de bebidas com álcool e cafeína; Beber menos líquido quando sair ou próximo aos horários do sono; Evitar ou controlar o uso de certos medicamentos, como antidepressivos, anti-histamínicos, diuréticos ou descongestionantes; Treinar a bexiga para reter mais líquido por um tempo mais prolongado; Fortalecer a musculatura do assoalho pélvico com exercícios. Conclusão Quanto antes o paciente buscar tratamento, mais rapidamente terá alívio dos seus sintomas, mas não adianta nada buscar remédios caseiros ou soluções “milagrosas” na internet, é necessário a expertise do urologista. O Dr. Jonathan Doyun Cha é especialista no tratamento do aumento da próstata e também nas cirurgias para tratamento do problema. O seu objetivo é devolver bem-estar e saúde do paciente, promovendo um diagnóstico preciso e atendimento humanizado.

Aumento da próstata: quando acontece, sintomas e tratamentos

O aumento da próstata é natural para o homem, ocorre em duas fases da vida, porém, esse crescimento pode se tornar muito grande e ocasionar uma...

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O PSA é um dos principais exames para detecção precoce do câncer de próstata e outras condições. Em geral, é solicitado durante uma visita ao urologista, para confirmar ou descartar condições malignas. Quer saber mais sobre o exame PSA, o que é e para o que serve? Então, fique neste post. O que é exame PSA? É um exame que detecta os níveis de PSA (antígeno específico da próstata), que é uma glicoproteína produzida por tecidos cancerosos ou não cancerosos da próstata. Esse antígeno é encontrado basicamente na próstata, onde costuma estar em concentrações elevadas, e em pequenas quantidades no sangue. Portanto, é normal que o antígeno esteja presente no sangue, porém, quando o exame detecta um PSA elevado na corrente sanguínea, pode indicar a presença de um tumor maligno na glândula. Porém, outras condições podem elevar essa glicoproteína no sangue, como uma hiperplasia prostática benigna (próstata aumentada) ou até mesmo prostatites, que são infecções na glândula. Além disso, outras condições também são responsáveis por elevar o PSA, como: Infecção urinária ou genital; Episódio de retenção urinária; Exercícios vigorosos; Sexo anal; Uso de medicamentos; Uso de cateteres urinários; Realização de biópsia, ultrassonografia transretal ou cirurgia da próstata. Nem sempre o PSA exame vai indicar o câncer de próstata. Por isso, deve ser complementado por outras ferramentas de diagnóstico, como o exame toque retal, que investiga a existência de alterações na próstata, e os testes de imagem. Leia mais: Próstata aumentada causa impotência Tamanho normal da próstata PSA: exame é indicado a partir dos 45 anos Em geral, o PSA exame é solicitado pelo médico de próstata especialmente após os 45 anos, quando os homens começam a desenvolver algumas patologias ligadas à glândula. No entanto, homens que possuem antecedentes de câncer de próstata na família ou são de etnia negra podem começar a realizar o teste a partir dos 40 anos, para começar um acompanhamento mais constante. Esse é um exame importante porque pode ajudar na detecção precoce do câncer de próstata, que costuma ser silencioso e só revela sintomas em estágios mais avançados, quando o tratamento pode ser mais complicado. Mas o exame de PSA também é utilizado para o acompanhamento de pacientes que já trataram a neoplasia da próstata. Acompanhar esses marcadores com frequência pode auxiliar que o tratamento das possíveis recorrências comece mais cedo e evite que a patologia atinja estágios mais graves. Assim, homens que estejam na faixa etária mencionada acima ou com quadros de tratamento de neoplasias devem realizar esse exame ao menos uma vez ao ano. Como é feito o exame PSA? Existem muitas dúvidas em torno da realização do exame, por exemplo: qual o preparo para fazer exame de psa? O exame de PSA precisa de jejum? Quanto tempo de abstinência para fazer exame de PSA? O procedimento é simples, basta a coleta de uma pequena amostra de sangue. Para o exame de PSA, a preparação envolve que o paciente não tenha realizado essas atividades abaixo por 48 a 72 horas antes da coleta: Relações sexuais; Ejaculado (mesmo na masturbação); Exercícios que forcem o períneo (andar de bicicleta, por exemplo); Ter se submetido ao exame de toque retal. Além disso, é necessário um jejum de no mínimo 3 horas antes de realizar o exame. Exame PSA total e livre O PSA pode ser detectado no sangue de duas formas: ligado a outras proteínas ou não (livre). Assim, para avaliar as condições da próstata, o médico necessita avaliar duas métricas: o PSA livre e o PSA Total (que é a soma do PSA Livre e do PSA ligado a outras proteínas). Avaliar os resultados dos exames de PSA total e livre é fundamental porque quando o PSA total indica uma quantidade acima da normalidade, o urologista vai necessitar dos marcadores do exame de PSA livre, para refinar o diagnóstico. A quantidade de PSA no sangue é medida em nanogramas por mililitro de sangue (ng/ml). Classicamente, um PSA entre 4,0 ou 10 ng/ml era considerado suspeito da existência de um câncer, mas atualmente, é preciso que o urologista investigue outras condições. Os exames dos homens abaixo de 65 anos que estão com marcadores menores do que 2,5 ng/ml, ou aqueles acima de 65 anos, que tenham exames marcando abaixo dos 4,0 ng/ml, podem ser avaliados com uma próstata saudável. Além disso, quando a relação entre PSA total e livre fica acima de 15% há um indicativo de aumento benigno da próstata, já quando essa relação é menor que 15%, pode haver um indício de malignidade na glândula. Mesmo assim, é preciso observar outras referências já que os mesmos valores de PSA podem indicar condições diferentes entre os pacientes. Outras métricas também se tornam importantes para o diagnóstico, como a densidade e velocidade de duplicação do antígeno, PSA da zona de transição e PSA em função da idade. A partir do resultado do exame de PSA, o médico vai encaminhar para o tratamento. Caso seja uma próstata aumentada, pode envolver medicamentos, mudanças de hábitos de vida e até cirurgia. Já no caso das prostatites, o tratamento prevê o controle das infecções com uso de antibióticos. Se o diagnóstico for um câncer de próstata, diversas abordagens terapêuticas podem ser analisadas em função das condições individuais do paciente. Leia mais: Exame da próstata Conclusão Os resultados do exame de PSA só devem ser analisados por um médico urologista, porque depende de muitas variáveis para um diagnóstico preciso. Caso esteja com dúvidas, não tenha receio de procurar o especialista, apenas esse profissional poderá avaliar o seu quadro com precisão. Importante também é buscar esse especialista o quanto antes, porque o tratamento precoce de qualquer condição costuma produzir melhores resultados. O Dr Jonathan Doyun Cha é especialista nas condições da próstata e busca oferecer sempre um atendimento humanizado, diagnóstico preciso e o melhor tratamento de forma individualizada, para devolver o bem-estar e tranquilidade do paciente.

PSA exame: o que é e quais as indicações?

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