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Como diminuir a próstata aumentada? A próstata tem duas fases principais de crescimento na vida dos homens: a primeira ocorre na puberdade, quando dobra de tamanho, e a segunda é a partir dos 25 anos, depois que o tamanho normal da próstata atinge as dimensões de uma noz. Quando a próstata fica aumentada, os desconfortos são inúmeros, porque comprime a uretra, o que atinge em cheio o comportamento miccional do homem, podendo levá-lo até a um isolamento social por constrangimento diante dos sintomas, porque é comum: Ter a frequência miccional muito aumentada, mais de 8 vezes ao dia; Dor ao urinar ou ejacular; Sentir o jato urinário fraco; Gotejamento ao final da micção Não conseguir esvaziar completamente a urina; Sofrer de incontinência urinária, etc. Por isso, como diminuir a próstata é uma pergunta que precisa de respostas bem objetivas e, de preferência, com tratamentos rápidos. Existem diversos tratamentos que podem ajudar os homens nesta questão, podem ser desde mudanças no estilo de vida a abordagens medicamentosas e até cirúrgicas.

Como diminuir a próstata aumentada?

Como diminuir a próstata aumentada é a pergunta que 10 em cada 10 homens fazem quando estão com hiperplasia prostática benigna. Esse problema...

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Os sintomas de problemas na próstata podem ser bastante desconfortáveis, portanto, vale muito uma ida ao urologista para uma investigação mais detalhada. Se você quer saber quais são os principais sinais e sintomas de problemas na próstata, leia mais neste texto. Quais os principais sintomas de problemas na próstata? Assim como as mulheres estão sujeitas a problemas no útero, os homens correm risco de ter problemas de próstata. A próstata é uma glândula do organismo masculino, responsável pela produção de um fluido enriquecedor do sêmen. Devido à sua localização, quando está com problemas, o homem sente muitos desconfortos e perda de qualidade de vida. Os primeiros sintomas de problemas na próstata são aqueles que revelam uma mudança no comportamento miccional do homem. No entanto, serão manifestados de acordo com a patologia, que pode ser tanto uma hiperplasia prostática benigna, prostatite ou câncer de próstata. Os principais sintomas de quem está com problemas na próstata são: Aumento da próstata Dor ao urinar; Dor ao ejacular; Dificuldade para começar a urinar; Jato fraco; Sensação de não conseguir esvaziar a bexiga completamente; Aumento da frequência urinária de dia e de noite; Urgência urinária; Gotejamento após terminar de urinar, Bloqueio da urina quando a próstata está muito aumentada, etc. Prostatite Dor e ardência durante a micção e ejaculação; Dores na pelve e genitais; Dor na lombar; Aumento da frequência urinária de dia e de noite; Sensação de peso no escroto; Urina turva; Febres e calafrios; Sangue no sêmen; Bloqueio da urina. Câncer de próstata O câncer dessa glândula não costuma provocar sintomas quando está em estágios iniciais, mas quando a doença avança, o homem pode perceber alguns desconfortos bastante semelhantes à hiperplasia prostática benigna e outros: Urgência urinária; Dificuldade para iniciar e terminar a micção ; Fluxo de urina fraco; Sentir que a bexiga não está completamente esvaziada; Sangue na urina ou no sêmen. Por que surgem os sintomas de problemas na próstata? Essas três patologias podem surgir por causas e fatores de riscos diferentes. Na hiperplasia benigna prostática e no câncer de próstata, a idade é um fator de risco, mas quando são sintomas de problemas na próstata em jovens, muito provavelmente, a origem dos desconfortos é a prostatite. Vamos entender as características de cada uma dessas patologias: Hiperplasia benigna prostática O aumento da próstata é natural no organismo masculino e ocorre em duas fases: na puberdade e após os 25 anos. Na fase adulta, a próstata tem cerca de 20 gramas e o tamanho de uma noz. Quando o aumento é de 4 a 5 vezes esse tamanho, é caracterizada a hiperplasia prostática benigna. Geralmente, esse aumento é mais acelerado após os 40 anos, tanto que dos 31 aos 40 anos, 1 a cada 12 homens podem estar com o aumento da glândula, mas aos 50 anos, cerca de 50% dos homens já têm a próstata muito aumentada. No entanto, nem todos os homens nesta faixa etária terão HPB. A hiperplasia é causada especialmente pelo envelhecimento, que pode trazer algumas alterações hormonais, mas também por outros fatores como histórico familiar, obesidade e sedentarismo. Não é uma doença maligna, mas provoca muitos desconfortos por meio dos seus sintomas. Prostatite A prostatite é uma infecção da próstata. As principais causas são as infecções bacterianas ou condições crônicas que podem surgir no organismo sem a evidência de infecção. São 4 tipos de prostatite: bacteriana aguda, bacteriana crônica, síndrome da dor pélvica crônica e assintomática. Cada um desses tipos de próstata inflamada podem deflagrar diferentes sintomas de problemas na próstata. Câncer de próstata Esse tipo de câncer é uma doença silenciosa, que costuma crescer lentamente. Em seus estágios iniciais não apresenta sintomas de problemas na próstata. É só a partir das fases mais avançadas que os sinais surgem. É um tipo de câncer muito associado ao avanço da idade, cerca de 33 a cada 100 mil homens acima de 65 anos podem ter a patologia, mas também pode ser mais incidente em homens que têm histórico familiar (pai ou irmãos) ligado à doença, obesidade e dietas muito desequilibradas. Além disso, homens da etnia negra também estão mais propensos. O início do câncer de próstata afeta apenas a glândula, mas de acordo com o avanço do quadro pode atingir cápsula prostática, vesículas seminais e depois estruturas próximas, com metástases em nódulos linfáticos, outros órgãos linfáticos e ossos. Tratamento dos sintomas de problemas na próstata Essas três patologias causam muitos desconfortos para os homens e podem ser potencialmente perigosas por desencadear situações mais complicadas. Por isso, é imprescindível buscar ajuda de um urologista quando são deflagrados os sintomas de algum problema na próstata no organismo masculino. O câncer, por exemplo, é a segunda principal causa de mortalidade entre os homens, enquanto a prostatite e a hiperplasia benigna podem levar a quadros mais graves, como a obstrução urinária, que poderá até mesmo causar danos definitivos nos rins. É muito importante realizar consultas rotineiras ao urologista (médico de próstata), especialmente a partir dos 40 anos, para a realização de exames preventivos, mesmo que ainda não sejam evidenciados os sintomas de problemas na próstata. Além de uma anamnese detalhada para entender os desconfortos, o médico irá solicitar outros exames de próstata para refinar o diagnóstico. Caso o homem tenha mais de 40 anos, entre os exames estarão exames laboratoriais, como o PSA e de urina, exame de toque retal e até alguns testes de imagem. A partir da consulta e do resultado dos exames, o médico conseguirá determinar qual patologista vem causando os sintomas. De acordo com a patologia e com o estágio, especialmente em relação à HPB, o médico poderá indicar mudanças de estilo de vida, medicamentos ou outros procedimentos, como cirurgias. No caso das prostatites, o tratamento é basicamente com antibióticos. Vale dizer que o tratamento do câncer de próstata é mais complexo, envolve um planejamento que vai contar a idade, estado geral do paciente, patologias associadas e agressividade do tumor. Algumas soluções podem ser a prostatectomia (remoção da próstata), radioterapia ou tratamento hormonal. Essas abordagens podem ser realizadas isoladamente ou combinadas. Conclusão Assim como as mulheres fazem consultas rotineiras aos ginecologistas, é importante que os homens também adotem esse comportamento, frequentando assiduamente o urologista. Esse bom hábito permite que os sintomas de problemas na próstata sejam expostos para o tratamento mais adequado, de acordo com a patologia e caso particular do paciente. O Dr Jonathan Doyun Cha é especialista nos tratamentos para sintomas dos problemas de próstata, tanto com as abordagens clínicas como as cirúrgicas. O objetivo é sempre devolver o bem-estar, saúde e qualidade de vida do paciente, por meio de um atendimento cuidadoso e humanizado.

Sintomas de problemas na próstata: 15 principais

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A próstata inflamada é uma condição conhecida como prostatite. Pode ocorrer por infecções bacterianas ou não. Fique nesse texto para entender mais sobre próstata inflamada, sintomas, causas e melhores tratamentos. O que causa inflamação na próstata? A próstata é uma glândula masculina que pode ser acometida por algumas patologias, entre elas, a hiperplasia prostática benigna (HPB) e o câncer de próstata, que estão fortemente associados ao envelhecimento, mas uma próstata inflamada pode ocorrer em qualquer idade. Os principais fatores que tornam a próstata inflamada são as infecções bacterianas ou condições crônicas que podem ocorrer sem a evidência de infecção. Além disso, existem algumas condições de risco que podem desencadear uma próstata inflamada, como: infecções urinárias anteriores, uso de sonda urinária, realização da biópsia, lesão na virilha, próstata aumentada (HPB), ter HIV ou prostatite anterior. Leia mais: Médico de próstata Inflamação na próstata: sintomas Geralmente, a prostatite é uma condição dolorosa, que atinge não só a glândula, mas também as áreas no entorno, e leva o homem a sentir diversos desconfortos. São 4 tipos de inflamação da próstata, e cada um leva a um conjunto de sintomas. No geral, em todas, a glândula fica sensível, dolorida e inchada, e o homem sente dores na virilha, escroto ou abdômen também. Conheça os sintomas de cada um dos tipos: Bacteriana aguda É quando a próstata é colonizada por bactérias, que causam sintomas repentinos e agudos. Geralmente, quando é atingida por esse tipo de infecção, os pacientes podem sentir: Problemas para urinar; Dores no escroto e ao redor da base do pênis; Aumento da frequência urinária de dia e de noite; Sensação de ardência ou queimação durante a micção; Febres; Calafrios; Náuseas e vômitos; Fluxo de urina fraco; Urina turva. Essa condição exige a busca por um atendimento médico de urgência. Bacteriana crônica Geralmente, é quando a próstata fica inflamada de forma recorrente, é uma infecção com sintomas menos graves e que duram até meses. Atinge, principalmente, os homens mais idosos. São sintomas que vem e voltam, e podem ser: Dor ao urinar; Dor ao ejacular; Dor no reto e na região lombar; Sensação de peso no escroto; Necessidade urgente de urinar; Sangue no sêmen; Bloqueio da urina. Síndrome da dor pélvica crônica Neste caso, a próstata inflamada traz os mesmos sintomas da infecção bacteriana crônica, porém, quando são coletados exames, em muitos casos, não há evidências de bactérias. Estudos estão avaliando se esse tipo de próstata inflamada pode ter relação com fatores como estresse, danos nos nervos, produtos químicos, infecções urinárias anteriores, distúrbios imunológicos, etc. É caracterizado como a síndrome quando a dor no pênis, escroto, períneo ou abdômen dura mais de 3 meses. Assintomática Na prostatite assintomática há sinais de próstata inflamada, mas não há sintomas. Neste caso, o problema só é descoberto a partir de um exame de sangue, que acusa a infecção. Leia mais: Próstata aumentada causa impotência Tamanho normal da próstata O que é bom para prostata inflamada? A próstata inflamada tem cura, basta que o homem procure o urologista, para começar a investigação das causas e adotar o tratamento adequado o quanto antes. Por outro lado, não tratar o problema pode levar a complicações sérias, como: infecção bacteriana sanguínea e sistêmica, abscesso prostático, retenção urinária, epididimite, alterações na qualidade do sêmen e na fertilidade. O médico irá buscar alívio dos sintomas, como as dores e inchaços, com prescrição de medicações analgésicas e anti-inflamatórios não esteroides. Se é uma infecção bacteriana, os antibióticos serão a abordagem terapêutica adotada no tratamento. Se for um quadro agudo, a medicação pode ser intravenosa, ainda no hospital, e complementar com doses orais. Caso a inflamação seja do tipo crônica, o urologista pode adotar uma abordagem de uso mais prolongado de antibióticos, com uma dosagem mais baixa, mas por um período maior. Outra abordagem medicamentosa é com a ingestão de medicações alfa-bloqueadoras, que ajudam a relaxar a musculatura do trato urinário, reduzindo a obstrução da próstata aumentada. Medicamentos que melhoram a função sexual também podem ser prescritos caso a prostatite tenha causado algum prejuízo para a ereção. Porém, tome cuidado com a indicação de suplementos ou ervas para próstata inflamada, porque podem não surtir o efeito desejado. O mais indicado é buscar a ajuda do médico, que vai avaliar se essas abordagens podem ser algum complemento no tratamento. Inclusive, algumas condições relacionadas à saúde mental, como depressão e estresse, podem desencadear a prostatite, e o médico poderá sugerir o tratamento clínico combinado à psicoterapia. Como prevenir a próstata inflamada? Para evitar uma próstata inflamada, é importante tomar algumas medidas preventivas, que envolvem mudanças no estilo de vida, como: Cuidados com a dieta, evitando alimentos que inflamam a próstata, como os picantes, cafeína e álcool; Abandonar o sedentarismo, porque a prática física ajuda a melhorar diversas questões orgânicas. Conclusão É muito importante que os homens tenham atenção com os sinais do próprio corpo. Quando há desconfortos no sistema urinário e na região da genitália, é importante buscar um urologista para investigar as causas desses problemas. O Dr Jonathan Doyun Cha é especialista nos tratamentos do sistema urinário masculino, com atendimento humanizado, focado em devolver a saúde e bem-estar aos pacientes.

Próstata inflamada: o que causa, sintomas e como tratar

A próstata inflamada é uma condição conhecida como prostatite. Pode ocorrer por infecções bacterianas ou não. Fique nesse texto para...

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Os rins são órgãos que cumprem a importante função de fazer a filtragem do sangue e remoção de impurezas, que são eliminadas pela urina. Mas, quando algo não vai bem no organismo, podem ficar sujeitos a uma condição conhecida como litíase renal bilateral. Quer saber mais sobre litíase renal bilateral, o que significa e tudo que envolve esse problema? Então, continue lendo esse texto. O que é litíase renal bilateral? Quando estão cumprindo bem o seu papel, entre outras funções, os rins são responsáveis por: Produzir um equilíbrio das substâncias químicas, como os sais minerais, potássio e ácidos; Responder pelo equilíbrio hídrico; Liberar hormônios que regulam a pressão arterial e controlar o metabolismo do cálcio; Controlar a produção de glóbulos vermelhos, etc. No entanto, quando uma pessoa sofre com algumas predisposições, tem hábitos de vida ruins ou está passando por alguma patologia, ela pode desenvolver o que é conhecida como litíase renal, que nada mais é do que um problema urológico que as pessoas conhecem muito bem: pedra nos rins ou cálculos renais. Esse é um problema que pode ser chamado também de nefrolitíase, e é bastante comum, atingindo cerca de 7% a 10% da população em algum momento da vida. Os homens estão mais sujeitos a essa patologia, mas as mulheres também podem desenvolvê-la. Além disso, pessoas da etnia branca também são mais atingidas. Quando a pedra (ou as pedras) se formam em apenas um rim é conhecida como litíase renal unilateral, mas quando o problema ocorre nos dois rins, é denominada litíase renal bilateral. Causas da litíase renal bilateral A litíase bilateral renal ocorre por diversos motivos, mas um dos principais é a baixa ingestão de líquidos. Quando a pessoa não costuma tomar muita água, a baixa quantidade de líquido não é suficiente para dissolver os sais e certas substâncias ficam acumuladas nos rins, formando pequenos cristais e favorecendo, assim, a formação dessas massas sólidas maiores. Entre outros fatores de risco para o desenvolvimento da litíase renal bilateral ou unilateral, estão condições como: Predisposição genética; Alimentação baseada em muito sal e proteínas; Obesidade; Diabetes; Hipertensão arterial; Hiperparatireoidismo; Sedentarismo; Doenças inflamatórias intestinais; Época do ano. O verão favorece a formação de pedras porque as pessoas não ingerem líquidos na mesma medida que o organismo necessita, etc. Em torno de 80% das pedras nos rins são formadas por sais de cálcio (fosfato de cálcio e oxalato de cálcio), no entanto, podem ser formadas também por ácido úrico, cistina e estruvita (fosfato, magnésio e amônia). Leia também: Próstata aumentada causa impotência Tamanho normal da próstata Litíase renal bilateral: sintomas Muitas vezes, as pedras formadas nos rins não causam sintomas, mas quando começam a se mover, podem produzir umas das dores conhecidas como uma das mais intensas que um ser humano pode sentir e, para ela, não há posição de alívio. Essa crise é conhecida como cólica renal. Além da dor intensa na região lombar e abdominal, que pode começar nos flancos e irradiar para a virilha, a pessoa pode manifestar também: Náuseas e vômitos; Maior necessidade de urinar; Pouca quantidade de urina eliminada; Sangue na urina. Litíase renal bilateral: tratamento O tratamento da litíase renal bilateral é muito importante porque algumas pedras maiores podem promover complicações, como a obstrução das vias urinárias. Essa condição pode levar à retenção urinária, que se não for resolvida, pode provocar sérios riscos de danos aos rins. As pedras nos rins também podem provocar infecções urinárias e até choques sépticos, o que é um risco maior para pacientes idosos. Em geral, as pessoas descobrem as pedras nos rins durante uma crise, o que torna praticamente impossível não buscar um pronto atendimento, já que a dor é muito intensa. No hospital, serão realizados exames de urina, para entender se há sangue na urina e uma infecção, e uma ultrassonografia, que pode apontar a localização e o tamanho da pedra. Se a pessoa está com uma litíase renal não obstrutiva, com uma pedra pequena que tem boas chances de ser eliminada naturalmente pela urina, o tratamento é com medicamentos analgésicos. Em muitos casos, quando é constatada a obstrução urinária, o paciente pode ser submetido a uma cirurgia de urgência. Porém, após os resultados de exames, a depender do caso, é possível também programar a cirurgia de litíase renal, antes que volte a ocorrer outra crise. Cirurgia para litíase renal Há diversas abordagens para os procedimentos cirúrgicos para tratamento da litíase renal bilateral. Podem ser tanto por cirurgias abertas, laparoscópicas, extracorpóreas ou com laser. Entre as opções estão a litotripsia extracorpórea, que utiliza de emissões de ondas de choque aplicadas através da pele, para implodir as pedras. A alternativa laparoscópica prevê a realização de pequena incisão abdominal, por onde entra um instrumento cirúrgico com câmera para realizar a retirada dos cálculos. Uma das opções mais modernas é a cirurgia a laser, que pode ser a ureterorrenolitotripsia, na qual um endoscópio percorre a uretra até encontrar as pedras e fragmentá-las. Outra opção é a cirurgia percutânea, ideal para pedras maiores, no qual há uma incisão na região lombar, por onde irá passar um nefroscópio com câmera até o interior do rim, onde após a fragmentação dos cálculos, estes serão removidos com pinças especiais. A opção aberta prevê uma incisão maior no abdômen para a retirada dos cálculos. É uma abordagem que vem sendo pouco utilizada porque pode aumentar os riscos de sangramentos e infecções. Nesta cirurgia, o tempo de recuperação também é maior. Como prevenir a litíase renal bilateral? A primeira medida para evitar esse problema é melhorar a ingestão de água, para não deixar que os sais se acumulem e se tornem pedras. Vale afirmar também que não é suficiente apenas ingerir qualquer tipo de líquido, porque alguns podem ajudar a formar cálculos renais, por exemplo, as bebidas muito açucaradas. Por outro lado, os sucos cítricos (laranja, por exemplo), são ricos em substâncias que podem inibir a cristalização dos sais na urina. Além disso, outra forma de prevenir o problema é modificar a dieta, reduzindo a ingestão de carne e alimentos com muito sal e açúcar. A prática de atividades físicas, para manter um peso corporal adequado, também está dentro dos bons hábitos que devem ser adquiridos por pacientes que querem reduzir os riscos da litíase renal bilateral. Conclusão A litíase renal bilateral pode trazer muitos transtornos, especialmente porque os cálculos estão nos dois rins, prejudicando ainda mais a função renal e potencializando as chances de crises. É importante buscar tratamento com o urologista o quanto antes, para evitar quadros agudos e complicações. O Dr Jonathan Doyun Cha é especialista no tratamento e cirurgias para litíase renal. A sua principal missão é devolver o bem-estar do paciente que está passando por desconfortos devido ao problema, oferecendo atendimento humanizado. Leia também: Médico de próstata

Litíase renal bilateral: tudo o que você precisa saber

Os rins são órgãos que cumprem a importante função de fazer a filtragem do sangue e remoção de impurezas, que são eliminadas pela urina. Mas,...

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Sabia que a litíase renal pode atingir 10% da população brasileira, segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia? É um problema urológico que afeta 3 vezes mais os homens do que as mulheres e costuma causar crises intensas de dor. Neste texto, entenda mais sobre litíase renal, o que é, sintomas, causas e formas de tratamento. O que é litíase renal? Litíase renal nada mais é do que o problema conhecido popularmente como pedra no rim ou cálculo renal. Pode ocorrer tanto a litíase renal bilateral (ambos os rins) ou unilateral (apenas em 1 dos rins). Em geral, as pessoas costumam ser mais acometidas entre os 20 e os 50 anos. Trata-se de massas sólidas que se formam a partir de quantidades elevadas de alguma substância que não está sendo devidamente filtrada e fica acumulada no rim. Podem ser formadas por cálcio (as mais comuns), estruvita, ácido úrico e cistina. Os rins são dois órgãos que ficam localizados na região lombar, fazem parte do sistema excretor e osmorregulador. Têm importantes funções, como filtrar o sangue, eliminando toxinas e mantendo o equilíbrio hídrico do corpo, que ajuda a manter regulada a pressão arterial, além de produzir hormônios como prostaglandinas e aldosterona. Quando há um desequilíbrio orgânico, a filtração fica prejudicada e então pode ocorrer a litíase renal. Litíase renal: causas Entre as principais causas da formação da litíase renal estão a baixa ingestão hídrica, que dificulta que certas substâncias sejam eliminadas dos rins, porém, há outros fatores de risco, como: Histórico familiar; Sedentarismo; Obesidade; Dieta com altos índices de proteína ou sal; Doenças inflamatórias intestinais que elevam a absorção de cálcio; Ingestão de certos medicamentos à base de cálcio, anticonvulsionantes ou diuréticos; Transtorno hormonal; Estação do ano: o índice de litíase renal sobe cerca de 30% no verão, quando as pessoas transpiram mais, e não reabsorvem líquidos na mesma proporção. Litíase renal: sintomas Essa formação mineral vai crescendo de forma “silenciosa” dentro dos rins, muitas vezes, nem causa sintomas, quando é pequena, ou seja, com menos 3 milímetros de diâmetro. Neste caso, pode não ocorrer tantos desconfortos à medida que a pedra passa pelo trato urinário. Mas se é maior, quando a pedra começa a se mover para o ureter para ser excretada, produz uma crise que é considerada uma das dores mais intensas que alguém pode sentir. Normalmente, a passagem da pedra pelo trato urinário tem 4 estágios: expulsão do rim, entrada no ureter, chegada na bexiga e entrada na uretra – de onde será expulsa para fora do corpo pela urina. Em geral, quando a litíase renal vai se movendo, pode obstruir o canal da urina, causando uma dilatação no rim e afetando uma imensa rede de nervos, que amplifica a dor por toda a região abdominal e lombar. Além da dor que beira o insuportável, que é conhecida como cólica renal, a litíase renal pode causar também: Vômito; Náusea; Urina com cheiro forte; Urinar em pequenas quantidades; Sangue na urina, etc Complicações da litíase renal A litíase renal, especialmente quando formada de estruvita, pode causar, paralelamente, uma infecção urinária no paciente. Nestes casos, o paciente pode também manifestar febre e calafrios. Além disso, quando a pedra é grande e causa uma obstrução do canal urinário, o paciente pode sofrer retenção urinária, que é uma condição potencialmente perigosa, porque pode causar danos nos rins, caso o líquido acumulado não seja drenado. Cerca de 20% dos pacientes que não tratam a litíase renal podem ter graves danos nas funções dos rins. Cerca de 5% deles vão sofrer perdas definitivas, o que vai levá-los à necessidade de diálise, que é um tratamento no qual uma máquina realiza a função renal que está definitivamente danificada. Leia também: Médico de próstata Próstata aumentada causa impotência Litíase renal: tratamento Em geral, o tratamento da litíase renal começa quando um paciente tem uma crise aguda, segue para um pronto atendimento e é diagnosticado com o problema, depois de uma anamnese, exame de urina ou exames de imagens, como uma ultrassonografia. Em alguns casos de crises agudas e percepção do médico que há uma obstrução urinária, a tomografia computadorizada pode indicar a quantidade de pedras, localização e consistência. Durante uma crise aguda, na qual a dor esteja intensa, podem ser indicados analgésicos por via venosa, anti-inflamatórios e até medicações alfa-bloqueadoras para favorecer o relaxamento da parede distal do ureter e do colo vesical e saída da pedra. De acordo com o tamanho da litíase renal, após a crise, o urologista vai indicar apenas a observação, analgésicos e uma maior ingestão de água para facilitar a saída da pedra. Já em alguns casos de crise nas quais sejam descobertas pedras de dimensões maiores, que produziram a obstrução do canal urinário ou que indicam que haverá alguma complicação, será necessária uma cirurgia de litíase renal. Caso a caso, os pacientes serão orientados para algum tipo de procedimento mais específico, que vai depender dos sintomas, tamanho e até localização da pedra . As opções de cirurgia são: Litotripsia extracorpórea Esse procedimento utiliza ondas de choque aplicadas através da pele na altura dos rins. O objetivo é quebrar as pedras e facilitar a excreção. Em geral, pacientes que passam por esse procedimento, percebem que a cor da urina na primeira micção é totalmente avermelhada. Ureteroscopia Cirurgia endoscópica minimamente invasiva para retirar os cálculos que estão no trato urinário. É realizada a partir da inserção de um instrumento muito fino na uretra do paciente. Cirurgia a laser Utiliza um laser para quebrar o cálculo e reduzi-lo a pequenas partículas mais fáceis de serem eliminadas ou removidas durante a cirurgia. Pode ser realizada com ajuda de um endoscópio. Os lasers Holmium, Thulium e o Thulium Fiber (laser de fibra de túlio) são os indicados para quebra dos cálculos, podem operar em diferentes configurações de energia, frequência e forma de pulso para dissolver as pedras com uma baixa quantidade de calor. Na maioria dos casos, é necessário que o paciente fique com um dispositivo conhecido como Duplo J para ajudar na passagem de fragmentos dos cálculos pelo ureter. Conclusão A mudança em hábitos de vida, como alterações na alimentação, ingestão maior de líquidos (a partir de 1,5 litro por dia) e prática de atividades físicas, pode representar uma grande prevenção à formação dos cálculos. Neste caso, a dieta de litíase renal indicada prevê uma redução considerável do sódio e da carne vermelha no cardápio. No entanto, pacientes que já sabem que têm uma certa predisposição à formação da litíase renal, mesmo fazendo essas mudanças, devem passar por consultas regulares com o urologista para a realização de alguns exames de imagem que possam indicar a presença das pedras no rins, para que o melhor tratamento seja providenciado. O Dr. Jonathan Doyun Cha é especialista na cirurgia de litíase renal, proporciona atendimento humanizado e busca a devolução da qualidade de vida e bem-estar do paciente, a partir de abordagens individualizadas.

Litíase renal: o que é, sintomas, causas e tratamento

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